3 de fev de 2010

Locais para descarte de pilhas e baterias

Sempre ouvimos e lemos que não devemos jogar as pilhas e baterias no lixo comum. Ao mesmo tempo ficamos sem saber onde jogá-las, por falta de locais próprios e a má divulgação dos mesmos.

Com o objetivo de melhorar a divulgação, abrimos estes post para compilar as dicas de todos os que quiserem cooperar, divulgando os locais que conhecem para descarte de tais materiais.

Locais já recebidos:

- Brasilia (DF):
  • Em Brasília a agência do Banco Real que fica no DNIT participa do programa "de Reciclagem de Pilhas e Baterias". (Anônimo)
- Campina Grande (PB):
  • As agências do Banco Real em Campina Grande-PB participam do programa. (Ester)

- Campinas e Rio Claro (SP):
  • No aeroporto de Viracopos em Campinas tem um papa-pilhas e baterias. Em Rio Claro-SP deposito no papa-pilhas do Banco Santander, agência do centro. (Joyce)

- Fortaleza (CE):

  • Em Fortaleza na Loja IBYTE no North Shopping eles tem uma caixinha para coleta.Gostei da idéia! (Lucas Thiago)

- João Pessoa (PB):
  • É possível descartar pilhas e baterias em João Pessoa (PB) na sede da Dental Gold, na avenida Rui Carneiro, sentido praia-Centro. (Karoline Zilah)
  • Na faculdade Iesp e nas Agências do Banco Real tem pontos de coleta para pilhas e baterias. (Laylson)
- Porto Alegre (RS):
  • Em Porto Alegre, no Campus Central da UFRGS. No prédio anexo da Reitoria. (Thaís Aragão)
  • Porto Alegre - Tem "papapilhas" nas agências do Banco Real e na rede Nacional (Wall Mart)!! (Anônimo)
- Recife (PE):
  • Foi montado um quiosque no segundo jardim da Avenida Boa Viagem onde são coletados vários materiais, dentre eles, pilhas e baterias.
- São José dos Campos (SP):
  • Em São José dos Campos, a entrega pode ser feita no Wall Mart (Av. Andrômeda,227, Jardim Satélite) e no CenterVale (Av. Benedito Matarazzo, 9403). Quando lembrar de mais locais posto aqui! Parabéns pela iniciativa! (Daniela Oliveira)

- São Paulo (SP):
  • Segue dica de outro ponto de descarte em São Paulo: Parque Lina e Paulo Raia - Rua Volkswagem s/n das 7h às 18h- estação Conceição do metrô. A administração aceita pilhas, baterias e celulares. Aproveitem também a infra-estrutura oferecida (algo raro!) e façam 1 piquenique. (Ulzana)

- Geral:

  • O Programa Real de Reciclagem de Pilhas e Baterias, Papa-Pilhas, existe em várias agências pelo país. Em João Pessoa, na agência do Mercado de Artesanato eu já vi um posto de coleta! Fica a dica. Mais informações: clique aqui (Alice)

Mande você também um local em sua cidade. Basta colocar um comentário a este post que incluiremos no texto principal.

Grupo britânico oculta erros em dados sobre aquecimento, diz jornal

Pesquisadores da Universidade de East Anglia (Reino Unido), um dos centros acadêmicos de maior prestígio em mudança climática, teriam ocultado erros na compilação de dados que foram fundamentais para consolidar a teoria da influência humana no aquecimento global.

Foi o que informou na terça-feira (2) o jornal britânico "The Guardian", que leva novamente ao centro da polêmica o professor Phil Jones, o responsável da Unidade de Mudança Climática (CRU) da citada Universidade, em torno da que se gerou o chamado Climagate às vésperas da cúpula de Copenhague, realizada em dezembro do ano passado.
Schalk van Zuydam -17.nov.09/AP
Pesquisadores da Universidade de East Anglia (Reino Unido) ocultaram erros na compilação de dados sobre clima, diz jornal

O roubo de uma série de e-mails a Jones revelou, segundo os céticos sobre a mudança climática, que foram ocultadas informações ao Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC) para não criar dúvidas sobre o efeito do dióxido de carbono (CO2) na temperatura do planeta.

O que "The Guardian" acrescenta agora é que milhares de e-mails e documentos da Universidade que também foram pirateados demonstram que uma série de medições de temperaturas feitas em estações meteorológicas na China continha graves erros que foram ocultados de maneira intencional.

Segundo essa informação, Jones não divulgou os erros cometidos por alguns de seus colaboradores, o professor Wei-Chyung Wang, da Universidade de Albany (Estados Unidos), apesar de outros colegas terem lhe advertido que tinham se equivocado.

Essas supostas tentativas de ocultar erros nos dados sobre temperatura na China demonstram, segundo o jornal britânico, a relação entre o Climagate e o IPCC, já que um estudo baseado nessas medições equivocadas contribuiu para que o IPCC advertisse sobre os perigos imediatos da mudança climática.

Histórico

A informação chega em um momento delicado para o IPCC, acusado também recentemente de não ter comprovado com o devido rigor os dados de uma pesquisa que previa que todas geleiras da cordilheira do Himalaia derreteriam até 2035.

O jornal afirma que a Universidade de East Anglia rejeitou sistematicamente os pedidos de divulgar os documentos elaborados pela Unidade de Mudança Climática, dirigida por Jones até dezembro.

Os dados em questão são uma série histórica obtida em estações meteorológicas na China sobre as variações de temperatura no último meio século. Eles apareceram pela primeira vez publicados na revista científica "Nature" e foram utilizados pelo IPCC como um dos elementos-chave de sua hipótese.

A metade das estações estava situada em zonas rurais e a outra metade em zonas urbanas. A conclusão do estudo publicado em 1990 foi que o aumento das temperaturas registrado na China era consequência de um fenômeno global de mudança climática e não do aquecimento produzido pelas cidades.

O IPCC se baseou nestes dados para concluir, em seu relatório de 2007, que a influência das grandes aglomerações urbanas no aumento da temperatura da atmosfera é pequena.

O que revelam também os e-mails aos quais o "The Guardian" teve acesso é que o ex-diretor da Unidade de Mudança Climática da Universidade de East Anglia, Tom Wigley, pôs sérias dúvidas sobre o fundamento científico do estudo --divisor de águas nas pesquisas sobre mudança climática.

Em uma das mensagens enviadas naquela época, Wigley perguntava a Jones: "Você confia plenamente em W-CW [Wang]. Por que, por que e por que não disse a ele no início [que houve erros no processo de registrar as mudanças de temperatura]?".

O ministro do Meio Ambiente britânico, Ed Miliband, comentou sobre a polêmica neste domingo em declarações a "The Observer". Ele alertou contra os 'cantos da sereia' que negam que a mudança climática seja uma realidade.

"Acho um erro que, quando se comete um equívoco, este seja aproveitado de algum modo para impedir uma evidência arrasadora", disse o ministro.